Empresa estadual vai gerenciar as obras do BRT

Um ano e meio depois de iniciadas, as obras do BRT em Campinas passarão a ser gerenciadas pela CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços), segundo confirmação feita ontem pelo presidente da empresa, Alexandre Perroni. Segundo ele, a empresa vai receber R$ 12 milhões pelo contrato.

Perroni diz que CPOs vai fiscalizar o cronograma de obras, verificar se as norma técnicas estão sendo obedecidas e até mesmo se os materiais utilizados são os previstos no edital.

O presidente afirmou ainda que empresa também terá atribuições como a avaliação de eventuais pedidos de aditivos ao contrato que porventura vierem a ser feitos pelas empresas prestadoras de serviço.
“A CPOS tem expertise neste segmento e nós garantimos que tudo se materialize no tempo proposto e com a qualidade exigida”, disse ele.
Ele não vê prejuízo no fato de o gerenciamento da CPOS começar depois da obra iniciada. “Isso não será problema”, garante.

Emdec
A Emdec – empresa que disciplina o sistema de trânsito em Campinas – se pronunciou por meio de nota e se limitou a dizer que estuda firmar o convênio. Diz que “as negociações estão adiantadas e devem ter desfecho nos próximos dias”. O secretário de Assuntos Jurídicos, Silvio Bernardin, disse que a Administração pretende pleitear junto ao governo estadual, o pagamento dos R$ 12 milhões do convênio. A obra prevê 33 estações de embarque, cinco terminais de integração e deve ser entregue até 2020. Os investimentos serão de R$ 451 milhões.

CPOS avalia projeto de reforma do Convivência

O presidente da CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços), Alexandre Perroni disse ontem que a documentação do projeto de reforma do teatro do Centro de Convivência Cultural de Campinas deverá estar pronta até o final do mês. Com isso, afirma, a prefeitura estará em condições de lançar o edital para a contratação da empresa responsável pela reforma.

Em abril, a prefeitura firmou um convênio com o Estado para o repasse de R$ 40 milhões para a reforma do teatro, mas o processo ainda aguarda a liberação da documentação.

Inaugurado em setembro de 1976, o teatro está fechado desde 2011 e desde então, vem sendo submetido a um estado crescente de depreciação.

Instalado numa área de 3,5 mil m2, o Centro de Convivência é formado pelo Teatro de Arena – que pode abrigar até 5 mil pessoas; o teatro Luis Otávio Burnier, com capacidade para 550 cadeiras; três galerias de arte e a Sala Carlos Gomes.

Texto: Tote Nunes

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